Bioparque entra de recesso nesta sexta-feira e retorna os atendimentos somente no dia 9 de janeiro de 2023

Nesta quinta-feira (29), mais uma vez, os turistas e campo-grandenses lotaram o Bioparque Pantanal. Pessoas sentadas na cadeira de praia ou no chão, lanche com direito a café com leite e queijo, e até mesmo tocar viola vale para passar o tempo de quem madrugou em busca de uma senha para aproveitar o último dia de funcionamento do ano.
Exemplo disso é o músico e professor de música Joel Mendes, de 35 anos, que estava acompanhado da mãe Judite Mendes, de 60 anos. Eles moram no Jardim Centenário e chegaram às 4h30 no Bioparque.
Levaram cadeira, bolacha, café com leite e queijo. Joel levou viola para tocar e a mãe um livro para ler.
“Trouxe uma viola caipira para conseguir passar o tempo e tocar música boa para a galera. Já toquei de tudo, música raiz, xote, pagode caipira, rasqueado, MPB, o repertório é variado. É a primeira vez que eu venho, minha mãe tentou agendar, mas não conseguiu, e estou na expectativa. Estou ansioso para ver o que me espera”, comenta.
Sobre o aquário, Joel diz que dá visibilidade para Campo Grande e para Mato Grosso do Sul. “Dá visibilidade para que as pessoas possam conhecer a riqueza da nossa biodiversidade, para olhar para o valor do nosso Estado. O povo tem que conhecer o que temos de bom”, completa.
Na mesma fila estavam os primos, Luis Henrique Guimarães e Weverson Paulo, de 15 e 14 anos, ambos estudantes. Saindo do Aero Rancho, eles também chegaram às 4h30 junto com a tia. Luis é de Taquarussu e chegou na Capital dia 8 de dezembro.

“Eu estava na fila esperando e ele chegou com o instrumento, cheguei perto dele, perguntei qual instrumento era. Toquei uns pontilhados e começamos a tocar uma música. Vi o instrumento, fiquei curioso e fiz amizade. Está sendo bom, porque está passando mais rápido o tempo”, relata.
Por Campo Grande News



